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Anitta anuncia turnê do "Equilibrivm" em espaços menores e rejeita estádios de futebol

A cantora Anitta confirmou os locais de sua turnê "Equilibrivm" para agosto, com shows em Porto Alegre, São Paulo, Fortaleza, Niterói e Salvador — todos em espaços com capacidade de 10 a 20 mil pessoas, nenhum em estádio. A decisão reflete a preferência dela por criar experiências mais intimistas onde o público tenha melhor contato com a artista, além de criticar a falta de casas de show adequadas no Brasil para mega espetáculos fora do circuito de estádios de futebol.

Anitta anuncia locais da turnê 'Equilibrivm' sem nenhum estádio - e ela tem motivo para isso

Anitta escolheu um caminho diferente do que a maioria dos grandes artistas brasileiros segue hoje: em vez de lotados estádios, ela optou por palcos em espaços abertos e casas de show estruturadas. Os cinco shows da turnê "Equilibrivm" — que passarão por Fly 51 em Porto Alegre, um local ainda não revelado em São Paulo, Colosso em Fortaleza, Caminho Niemeyer em Niterói e Centro de Convenções em Salvador — têm datas marcadas para agosto e prometem uma experiência completamente diferente.

A escolha não é casual. Em conversa com o influenciador Hugo Gloss, Anitta explicou sua visão: quer um espaço onde consiga brincar com luz, cenário e acústica de forma sofisticada — algo que, segundo ela, fica muito difícil em estádios de futebol. "Você fica preso a estádio de futebol", reclamou a cantora, apontando que casas de show costumam ser pequenas demais e faltam opções de médio-grande porte no Brasil. Ela também já criticou publicamente a distância que se cria entre artista e público em mega shows em estádios.

O grande diferencial desta turnê é o foco quase exclusivo no álbum "Equilibrivm", com um repertório que traz poucas canções antigas — apenas aquelas que dialogam com o novo trabalho. O palco e toda identidade visual serão planejados especialmente para essas apresentações, criando uma narrativa visual conectada à era atual da carreira de Anitta.

Para quem acompanha a carreira da artista, essa decisão reforça sua postura: colocar a qualidade da experiência ao vivo acima dos números de lotação. Como ela mesmo disse: "Prefiro fazer em um lugar menor, várias datas, porque daí a pessoa consegue te ver". É vida real, diferente de ficar vendo em telão ou acompanhando pela TV de casa.

Fonte: G1 Pop & Arte

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