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Brasil chega à Copa 2026 sem favoritismo, mas também sem ser azarão
A Seleção Brasileira não se apresenta como favorita para a Copa do Mundo 2026, que acontece nos EUA, México e Canadá. O ciclo atual foi fraco nos resultados e desempenho, os principais jogadores não conseguiram formar uma equipe equilibrada, e há incerteza sobre a recuperação de Neymar. Ainda assim, o Brasil não é azarão — está em um torneio com muitas seleções incompletas onde surpresas e times ocasionais podem chegar longe.

A Seleção Brasileira não desembarca nos Estados Unidos como uma das favoritas para levantar a taça em 2026. Isso é fato. O ciclo preparatório deixou muito a desejar — tanto nos resultados quanto no futebol apresentado em campo. Os principais nomes da equipe ainda não encontraram a sintonia necessária para formar um time realmente competitivo.
Há quem nutra esperança na volta de Neymar em seu melhor nível, acreditando que o craque possa fazer a diferença quando mais precisarmos. Mas também existe desconfiança legítima de que ele chegue a tempo e em condições ideais para "nos salvar" — afinal, o tempo está se esgotando.
O lado positivo? O Brasil não é azarão. Chegamos a um torneio fragmentado, com várias seleções tradicionais chegando incompletas. O formato com oito jogos — cinco deles eliminatórias diretas — abre espaço para surpresas, para equipes que aproveitam o momento certo e forças que ninguém esperava. Em competições assim, o improvável acontece.
A jornada rumo ao hexacampeonato será desafiadora. Mas em uma Copa como essa, nada está escrito. Tudo ainda é possível.
Fonte: Folha Esporte
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