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Nike, Adidas e Puma travam guerra bilionária pela Copa 2026 nos EUA

Enquanto a Seleção Brasileira e outras 47 equipes disputarão a Copa do Mundo 2026 nos Estados Unidos, México e Canadá, uma batalha comercial massiva acontece nos bastidores. As três gigantes do esporte — Nike, Adidas e Puma — competem fervorosamente para vencer contratos bilionários com as seleções, e os próprios craques agora registram suas marcas pessoais para maximizar ganhos comerciais.

Copa do Mundo de 2026 expõe disputa bilionária entre Nike, Adidas e Puma

A Copa 2026 promete ser histórica não só pela primeira vez que acontecerá em três países simultaneamente, mas também pelo volume impressionante de dinheiro em jogo. A Nike, a Adidas e a Puma vestem juntas 37 das 48 seleções — 77% do total — mas essa expansão do torneio também abre espaço para marcas menores como Kelme, Reebok, Kappa e outras entrarem na disputa.

A Adidas e a Nike são as principais rivais. A marca alemã veste 14 seleções, incluindo a Argentina bicampeã mundial, enquanto a americana equipa 12 times. O Brasil, maior potência futebolística do planeta, segue com a Nike desde 1998, com contrato renovado até 2038 por aproximadamente 100 milhões de dólares. A Puma, também alemã, emerge como a grande vitoriosa silenciosa: saltou de 6 seleções na Copa 2022 para 11 em 2026, com estratégia agressiva na África. Porém, a Adidas sofre reveses importantes — a Itália não se classificou, e a Alemanha trocar a marca pela Nike após 75 anos de parceria lendária.

No nível individual, estrelas como Cristiano Ronaldo (Adidas/Portugal), Kylian Mbappé (Nike/França), Vinícius Júnior (Nike/Brasil) e Messi (Adidas/Argentina) movem cifras astronômicas. Mas a novidade maior é a corrida de jogadores para registrar marcas próprias. Mbappé lidera com 15 marcas registradas no escritório europeu de propriedade intelectual, superando rivais históricos Cristiano Ronaldo e Messi. Lamine Yamal registrou o "304" referenciando seu bairro em Barcelona, enquanto Vinícius tem cinco marcas protegidas. A tendência expõe como o futebol globalizado contemporâneo transforma atletas em impérios de negócios, não apenas em competidores em campo.

Fonte: G1 Economia

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